quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Justiça

Estão me remediando o que me ajuda mas que eu não pedi - meu apartamento no meu nome que é meu e do meu irmão por direito é apenas a coisa certa a se fazer e que já poderia e deveria ter sido feito a muito tempo e com usufruto dos meus avos. Não venham jogar na minha cara que vocês são gente boa amigos meus e que eu devo confiar em vocês. Eu agradeço a Deus que ao menos uma parte da Justiça esteja sendo feito, mas isso não faz de vocês pessoas melhores. Voces sabem que eu preciso de um carro, de estrutura, e me esnobam e me subestimam. Olhem bem para o padrão social em que vivem e percebam que me deixam sub-existindo na casa dos meus avos.

Tentar me manipular pagando pela transferência da doação do meu imóvel não é uma forma inteligente de obter confiança.

Eu não confio num sujeito que ficou ausente toda a minha vida e que quando minha mãe morreu não veio no enterro.

Eu não confio numa psiquiatra que fuma e que sempre me viu aqui sozinha, me acha com problemas mas nunca quis auxiliar sem se intrometer.

E eu não confio num delegado invejoso, que desde pequena mesmo eu tendo muito menos que ele cobiçava o pouco que eu tinha.

Eu só assino qualquer coisa na presença da minha advogada, só confio nela para assuntos jurídicos. A minha linguagem é muito informal e ela pode traduzir para mim.

Eu marquei sim uma consulta com uma psiquiatra desconhecida, vou fazer uma terapia sem nenhuma ligação antiética com parente.