sexta-feira, 23 de junho de 2017

Madonna is the most powerful free woman

ūüĒ•ūüĖ§ūüĒ•Blue EyesūüĒ• All that gossiping saying Madonna spent $5million euros in a house I bet it all for her son not for that Portuguese bitch.. 

He must be feeling the shit with all these gossip all around the world even here in Belo Horizonte is said she is "in love" with him.. 


Madonna is a smart woman who is not in any man's hand. Sorry for the illusion.. I bet Aboubakar was a friend that she invited to be w her.. 


Not everything with her is sexual or she is carried away of her feet by any man.. or woman.. 

She knows exactly what she wants and expects of each situation she always be on control of her own fucking life. 

And that's why people, the crowd, she is the Queen and her fans adore her above everything she taught us to love ourselves first. She is the female empowered herself. She is the Sun herself. 


She have friends and family she doesn't need a dick to be happy ūüėéShe is funny and stuff and people don't respect her the much she really need.. she is the boss she decides what she want. We mortal applause. 


I bet the house she bought was a great investment if she is sending her son in an exchange program. She can do what the fuck she want. 


Another guess, is the cheapest house of her patrimony so stop making assumptions she can decide and decide again in a blink of the eyes. And that's my friend is the most powerfully free woman in America cause she can decide, choose, buy, sell and direct simply anything. 


Her husband bahahah ūü§£ūüėāūü§£ūüėāūü§£ūüėā don't be ridiculous she is not that stupid.. She have her fun as in Sex and the City but she is also a huge entrepreneur.. she is not spending time and money on that.. with BoyToys.. I remember he tagget himself as a King on her birthday party.. a king of wich kingdom? With which merit? People have equivocated egos..


*He is not even the most beautiful man that floared around her.. he is Without seasoning he doesn't have the "si ne qua non".. Just because he have another one that looks exactly like him doesn't make him tasteful or spicy can make her laugh for a while but what else?


And plus I bet she is working in a movie indeed..

Madonna isn't a dependent of anyone or anything.. never heard her doing drugs or desperate about anything she is the Queen, bitch!

You know what I am? I am a fucking fan. I am leo and I am loyal as fuck. And I have an honest character I don't live of pretend..

quinta-feira, 1 de junho de 2017

The 4th Hour of Nuctemeron • Apolonio of Tiana

4th Hour of Nuctemeron • Apolonio of Tiana

"On the Fourth Hour, the Soul returns from the visit to the tombs, the moment when the Magic Lanterns are lit in the four corners of the circles, it is the hour of spells and illusions."

"Na Quarta Hora a Alma retorna da visita aos t√ļmulos. √Č o momento em que as Lanternas M√°gicas s√£o acesas nos quatro cantos dos c√≠rculos. √Č a hora dos sortil√©gios e das ilus√Ķes."

O candidato eacapou das tr√™s bocarras de C√©rbero. Os perigos do medo, do dogmatismo e da idolatria foram neutralizados pelo candidato mediante as tr√™s l√≠nguas do rel√Ęmpago, mediante a for√ßa tr√≠plice do caduceu renovado (fogo serpentino dentro da coluna cervical).

Se acompanhastes com aten√ß√£o at√© este ponto vossa viagem investigativa, compreendestes que o candidato aos mist√©rio universais deve provar, ao ingressar na quarta hora m√°gica, se de fato √© capaz de seguir como homem aut√īnomo o caminho da grande e m√°gica autoliberta√ß√£o.

Foi para isso que ele se preparou. Ele satisfez as exigências elementares e desempediu todos os caminhos para a grande viagem. Cérbero, o guardião do portal, Afastou-para o lado. O candidato passa pelos portais pois agora está livre para fazê-lo. Todas as forças libertadoras estão concentradas nele. Agora ele precisa mostrar que uso fará delas.

Suponde que esta seja a vossa situa√ß√£o: estais preparado para a viagem. Vossas roupas est√£o prontas, e dispondes do dinheiro para realiz√°-la. Conheceis o alvo da viagem. Em princ√≠pio, nada mais poder√° atrapalhar-vos o caminho ou opor-vos resist√™ncia. No entanto, em vossa viagem pelos mist√©rios universais, n√£o sereis embalados, transportados e entregues no destino. Ou, falando de maneira rom√Ęntica, n√£o sereis levados para o alvo como que em asas de anjos com m√ļsica e c√Ęntico de salmos. N√£o, equipados com todas as possibilidades e for√ßas, v√≥s mesmos tendes de estabelecer a dire√ß√£o passo a passo. V√≥s mesmos tendes de tomar a decis√£o no tocante a cada detalhe do plano da viagem. Por conseguinte, as novas faculdades t√™m de ser utilizadas, testadas, e tendes de aprender a manej√°-las na pr√°tica. Assim, a viagem inteira depender√° de vossa pr√≥pria avalia√ß√£o.

Se possuís cérebro, tendes de utilizá-lo; se possuís coração, tendes de fazê-lo irradiar. Assim, todas as faculdades do estado de alma capaz de libertar a humanidade devem ser colocadas em prática. Essa é a razão pela qual muitas dificuldades no desenvolvimento do candidato somente principiam depois de ele ter passado por Cérbero. São dificuldades que resultam da inexperiência da fase inicial, da fragilidade do novo estado de nascimento. E repetimos: a totalidade da viagem a ser iniciada agora deve basear-se na nova faculdade de avaliação. Ninguém, a não ser vós mesmos, deverá decidir sobre o que deveis fazer ou deixar de fazer na Quarta Hora; vós mesmos tendes de avaliar, tomar a decisão e executá-la. A vós de todos os vossos irmãos e irmãs silencia na Quarta Hora.

√Č chegado o momento em que as lanternas m√°gicas de um estado de avalia√ß√£o aut√īnoma s√£o acesas nos quatro cantos dos c√≠rculos. E deveis atentar se a alma, ap√≥s ter visitado os t√ļmulos, deles regressa de fato. Por t√ļmulos devemos entender aqui a natureza da morte, que, com todas as assim chamadas manifesta√ß√Ķes de vida, √©, em ess√™ncia, gigantesco cemit√©rio. Nela nada existe que, em realidade, n√£o seja ef√™mero. A vida da dial√©tica, com todos os aspectos, √© uma sepultura terr√≠vel.

A Quarta Hora deve agora comprovar, pois, o candidato, que em princípio já está equipado de maneira fundamental para a grande viagem, que já preparou tudo para ela, também já se despediu de fato e no mais amplo sentido da imensa armadilha da dialética.

Essa sepultura √© mais complicada do que o candidato possa imaginar √† primeira vista. Ela n√£o somente possui os aspectos materiais grosseiros, mas abrange tamb√©m muitos estados de ser extremamente refinados e cultivados. E quando venceis o que √© grosseiro e o mais banal, o refinado, o velado e o seleto atacam-vos. Quem ingressa na Quarta Hora vivencia "a hora dos sortil√©gios e das ilus√Ķes". Justamente ent√£o ele precisa urgentemente das "lanternas m√°gicas nos quatro cantos dos c√≠rculos".

Os círculos de que se fala aqui também podem ser indicados como esferas ou círculos de vida. O estado de vida dialético, em sua totalidade, abrange diversas esferas ou círculos de vida em que se manifestam vários estados de ser. Pela expressão "esfera refletora" compreendemos todos esses diferentes círculos de vida e os processos que neles se manifestam.
√Č claro, pois, que quando o candidato enceta sua viagem e se eleva, por conseguinte, acima da esfera mais grosseira do reino dos mortos, ele deve em seguida atravessar todos os outros c√≠rculos da natureza da morte, em viv√™ncia consciente e triunfante. Para tanto, ele deve colocar em cada c√≠rculo de vida pelo qual almeja passar as quatro lanternas m√°gicas, para que, na luz qu√°drupla da avalia√ß√£o m√°gica, ele possa eliminar o sortil√©gio e a ilus√£o de cada um desses c√≠rculos de vida.

Apolonio de Tiana indica aqui, portanto, um processo mencionado em todas as escrituras sagradas da Doutrina Universal de todos os tempos. Pensai, por exemplo, na viagem da Pistis Sophia: em seu retorno para o D√©cimo Terceiro √Čon, ela n√£o pode omitir nenhum c√≠rculo de vida. Em cada c√≠rculo que ela atravessa, os √©ons e for√ßas tentam det√™-la ou aprision√°-la.

Pensai ma viagem de Dante, em A Divina Comédia. Ao iniciar a angustiante viagem, ao encetar sua viagem pelo inferno, ele encontra-se em uma floresta tenebrosa. Imediatamente precisa apelar para as faculdades de seu próprio estado de ser, e assim se recupera de um ataque de medo:

"Mas depois que cheguei ao pé de uma colina,
L√° onde termina o vale
Que me havia compungido do medo o coração,

Olhei para o alto e vi sua encosta
Vestida j√° dos raios do planeta
Que reto conduz o homem por todas as vias.

Ent√£o aquietou-se um pouco o medo
Que, no lago do coração, me havia durado
Toda a noite, passada com tanto pesar.

E como alguém que ofegante
Emerge do pélago e atinge a praia
Volta-se para a √°gua perigosa e a encara,

Assim meu √Ęnimo, ainda fugindo,
Voltou-se para contemplar de novo o passo
Que pessoa alguma jamais deixara com vida."

E de Jesus, o Senhor, foi nos dito que morreu, foi sepultado, desceu ao reino dos mortos, ressuscitou, ascendeu aos c√©us ou ingressou em sua  p√°tria.

Esse é o caminho universal de cada candidato. Por isso é descrita de maneira lógica para nós a Quarta Hora de Nuctemeron, essa viagem pelo inferno, essa marcha através de todos os círculos da natureza dialética.

A seguir, precisamos ainda deter-nos das quatro lanternas m√°gicas que s√£o colocadas nos quatro cantos de cada c√≠rculo a ser ultrapassado. Essas quatro luzes formam naturalmente um quadrado m√°gico, um tapete, uma base de constru√ß√£o, uma chave absoluta. Conheceis o quadrado m√°gico universal do tapete da Rosacruz: unidade de grupo, orienta√ß√£o inequ√≠voca, aus√™ncia de luta e harmonia em todas as manifesta√ß√Ķes de vida.

O quadrado m√°gico da autoavalia√ß√£o enobrecida, no qual se acha a for√ßa para passar por todos os sortil√©gios e ilus√Ķes dos c√≠rculos, consiste em:

1. Raz√£o pura
2. Vontade pura
3. Sentimento puro ou coração puro
4. E Ação pura

A avalia√ß√£o absoluta depende de estardes perfeitamente firmes na Gnosis e orientados para ela sem vacila√ß√Ķes. Vossa vontade n√£o deve querer outra coisa que sen√£o o que a Gnosis quer. Vosso cora√ß√£o somente deve amar o que a Gnosis deseja que o cora√ß√£o ame. Vossa vida de a√ß√Ķes n√£o deve realizar outra coisa sen√£o o que est√° em harmonia com a raz√£o, com a vontade e com o cora√ß√£o.

Essas s√£o as quatro luzes da magia que, em cada c√≠rculo de vida, em cada passagem, devem envolver o candidato. Sabe-se que for√ßas poderosas se encontram ocultas na raz√£o, na vontade e no cora√ß√£o. Quando, impelidos por essas tr√™a for√ßas, o ser humano passa √† a√ß√£o, √† realiza√ß√£o, ele fica ligado aos resultados da a√ß√£o, que o det√©m at√© ele ser capaz de aniquilar novamente a a√ß√£o e suas consequ√™ncias. Por isso, compreendereis a necessidade urgente de p√īr em pr√°tica a magia gn√≥stica das quatro luzes. O conhecimento e a experi√™ncia pertinentes a isso n√£o caem do c√©u. Eles devem ser conquistados! Eles devem provar se a alma, de fato, em todos os aspectos, regressou da visita aos t√ļmulos.

Por fim, consideremos ainda os sortil√©gios e as ilus√Ķes. S√£o tamb√©m quatro em n√ļmero, ordenados em quatro rubricas, como sombras projetadas ou imita√ß√Ķes das quatro luzes m√°gicas.

A primeira imitação é a que aparece frequentemente nos círculos da vida mais sutis da natureza dialética: a mistura da verdade com a mentira, da realidade com a aparência, mediante a qual uma segunda intenção, uma orientação egocêntrica, um desejo proveniente da natureza da morte é envolvido com uma bela linguagem e com vestidura da verdade, a fim de conseguir ser ouvido e realizado.

A segunda imitação é o vemeno dos falsos ensinamentos, o veneno mortal de cobra. A absorção desse veneno por um ser humano, bebendo-o ou injetando-o, faz com que ele fique agrilhoado à natureza da morte.

A terceira imita√ß√£o √© a do amor. O amor, todos os seus aspectos, mesmo no mais refinado, mesmo naquele classificado como desapaixonado, √© finito. O que queremos dizer com isso √© que um assim chamado relacionamento sentimental na natureza dial√©tica tamb√©m est√° voltado para o eu, para a auto-satisfa√ß√£o e a auto-conserva√ß√£o, para a explora√ß√£o, a rela√ß√£o entre senhor e escravo, a ostenta√ß√£o. √Č um amor, uma condi√ß√£o sentimental, que nada tem a ver com a natureza do amor, com a esfera de amor da alma.

A quarta imita√ß√£o √© a especula√ß√£o, a irreflex√£o, a irracionalidade, a a√ß√£o espont√Ęnea negativa sem fundamento, sem a raz√£o, motivadas por tend√™ncias ou influ√™ncias.

Essas quatro imita√ß√Ķes amea√ßam cada candidato em sua viagem de alma atrav√©s dos c√≠rculos da natureza da morte. Contudo, se ele souber conservar acesas suas quatro lanternas m√°gicas e realmente tiver regressado da visita aos t√ļmulos, nada poder√° causar-lhe dano.

Amen.







quinta-feira, 25 de maio de 2017

O Vaso Rachado

*⚱O Vaso rachado⚱*

     Uma velha chinesa tinha dois grandes vasos, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas.
     Um dos vasos era rachado e outro era perfeito. Todos os dias ela ia ao rio buscar √°gua, e ao fim da longa caminhada do rio at√© a casa o vaso perfeito chegava sempre cheio de √°gua, enquanto o vaso rachado chegava meio vazio. Naturalmente o vaso perfeito tinha muito orgulho  do seu pr√≥prio resultado e o pobre vaso rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir s√≥ fazer a metade daquilo que deveria fazer.
     Ao fim de dois anos, refletindo sobre sua pr√≥pria amarga derrota de ser rachado, durante o caminho para o rio o vaso rachado disse √† velha:
" - Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que tenho faz-me perder metade da água até a sua casa..."
A velha sorriu:
- " Reparaste que lindas flores h√° ao teu lado do caminho, somente no teu lado?"
Eu sempre soube do teu defeito e portanto plantei sementes de flores na beira da estrada do teu lado. Todos os dias, enquanto volt√°vamos do rio, tu regava-as.
     Foi assim durante dois anos, pude apanhar belas flores para enfeitar a mesa e alegrar o meu jantar. Se tu n√£o fosses como √©s, n√£o teria tido aquelas  maravilhas na minha casa."
Cada um de n√≥s tem seu pr√≥prio defeito, mas √© o defeito que cada um de n√≥s tem, que faz com que nossa conviv√™ncia seja interessante e gratificante. √Č preciso aceitar cada um pelo que √©, e descobrir o que h√° de bom nele!
Ame as pessoas com seus defeitos...
*AME apenas AME !*



* ⚱The Cracked Vase *

     A Chinese old woman had two large pots, each hung at the end of a stick she carried on her back.
     One of the vases was cracked and another was perfect. Every day she went to the river to fetch water, and at the end of the long river walk to the house the perfect vessel was always filled with water, while the cracked vessel came half empty. Of course the perfect vessel was very proud of its own result, and the poor cracked vessel was ashamed of its defect, of being able to do only half of what it was supposed to do.
     After two years, reflecting on his own bitter defeat of being cracked, on the way to the river the cracked pot told the old woman:
"I'm ashamed of myself, because this crack I have causes me to lose half the water to your house ..."
The old woman smiled.
"Did you notice that beautiful flowers are on your side of the road, only on your side?"
I always knew of your defect, and so I planted flower seeds on the side of the road on your side. Every day, as we came back from the river, you watered them.
     It was so for two years, I was able to pick beautiful flowers to decorate the table and brighten my dinner. If you were not like you are, I would not have had those wonders in my house. "
Each of us has its own defect, but it is the defect that each one of us has, which makes our living together interesting and rewarding. One must accept each one for what he is, and find out what is good in him!
Love people with their faults ...
* LOVE just LOVE! *

domingo, 15 de janeiro de 2017

Overflow

I lost a friend who held the key of part of my destiny the Hope I held on to breath and live for the last year when my father sued me.

I was waiting my tool to arrive and my soul wander in a reality of matter my soul who is known to be free from my matter as my falcon eyes.

You know my soul by a lioness but it has to be my falcon first so it assumes the matter fling form to be then the lioness figure .

The things I know the Alchemy of possibilities.. the magic of how the energy travels.

I know a few things you would say analogies and figure forms of language.. ancient mythology.

Cause we are seeing aliens amd thinking we are seeing God. God would never be material.. you can feel Its expression It manifests.

Outside technologies explains now teletransport, another dimensions speed of light literally but when I transformed a falcon and lioness.

In me?

Waiting for tools working for better tools.. when energy has to fly it goes it traves with the sources of the beauty it has.

They say live in a way you don't destroy God's creation, not your body, not a plant specially not an animal you don't know how they work.

Everything isagic and enchanted and you gonna the face of God in everything when you lose you matter but your body is the tool you need.

Is the tool you gonna use to construct some of the reality you gonna live when you became just a free soul you worked your whole life to be.

If you created light immaterial light you gonna live of it. Who you choosed to touch if you leave footsteps or not.

I am so unmotivated cause I am watching my soul coming back of plan it was ahead already there and the material way doesn't exist anymore.

It flies and back as if it wants to build grain by grain the reality by it's own with sobrenatural effort watching me looking with a candle.

God is immaterial and is permanent. It is an experience one feels inside their heart that blows hope and lights your energy up when you trust.

This was just a overflow

After a talk with a friend of mom, she is like a mom to me too, she gave me new breath.. afterall MOM´s give people´s life and we call it LIGHT.

I was in need.

GoodNight

quinta-feira, 19 de maio de 2016

5. Gnosiology of interpretation and Metaphysics of figuration

5. Gnosiology of interpretation and Metaphysics of figuration

Art is an attemptive process of approximations and returns. Not of mechanic reception and of idealistic creation.

Metaphysic of interpretation consists about a configurator that constituted natural forms as start points of possible interpretations non-amorphous and dense of intentions. It is typical of the form not to be something definitely finished and defined, but a possibility of ever new perspectives, a definiteness terminating a multitude.

*é próprio da forma nao ser algo definitivamente acabado e definido, mas uma possibilidade de perspectivas sempre novas, uma definitude que encerra uma infinidade.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

The Cosmic Dance

Once a day 
the Sun comes close to the Earth 
and this is noon, 
is like a smile and kiss and off again .. 
is a cosmic dance

While I'm here all available 
the Sun have too many important things to do .. 
so just come close once a day .. 
and that's the bright part

And I spend my time planning what I'm gonna do 
when the Sun comes close again.. 
are we gonna scape together through the night?

The form forming and the formative process

A forma formante e o processo formativo

Conceito de "forma formante" que introduz √°rduos problemas √† est√©tica ao apresentar um conceito de "obra" como guia a priori da pr√≥pria realiza√ß√£o emp√≠rica, abre caminho para discuss√Ķes de √≠ndole metaf√≠sica, aquela metaf√≠sica da figura√ß√£o.

*a legalidade aut√īnoma das formas n√£o anula a personalidade concreta de cada artista.

A obra j√° possui em si preliminarmente como "ponto de partida", germe que j√° possui em si possibilidades de expans√£o para forma completa, de forma que o ponto de partida √© a obra in nuce. Mas a figura√ß√£o √© equilibrada aqui pela disposi√ß√£o personalista: o germe s√≥ tem valor, s√≥ assume todas as suas virtualidades, s√≥ se torna fecundo ao ser captado, compreendido, apropriado por uma pessoa. Uma pincelada, uma frase musical, um verso, s√£o germes de forma√ß√£o que, s√≥ pelo fato de serem e existirem como premissas de uma poss√≠vel figura√ß√£o, pressup√Ķem um crescimento org√Ęnico segundo regras de coer√™ncia; mas esses pontos de partida s√≥ se tornam fecundos se o artista for capaz de capt√°-los e torn√°-los seus - e fizer da coer√™ncia postulada pelo ponto de partida a sua pr√≥pria coer√™ncia e, entre as v√°rias dire√ß√Ķes a que pode virtualmente aspirar, escolher aquela que lhe √© congenial e que, por isso mesmo, ser√° a √ļnica pass√≠vel de realiza√ß√£o.

The art matter

The matter of art

It is an art that can not ignore the physicality; a fully inside figuration.

A matéria da arte

A matéria da arte

√Č uma arte que n√£o pode ignorar a fisicidade; uma figura√ß√£o totalmente interior. Ignorando o fato da extrinseca√ß√£o; visto como um exerc√≠cio de pesquisa. √Č como se a imagem pudesse nascer som, cor, sem que um exerc√≠cio concreto sobre a fisicidade a ser tomada lhe fosse cont√≠nua refer√™ncia, suporte, sugest√£o. Os fil√≥sofos e artistas fazem uma an√°lise acurada do problema da mat√©ria na arte, daquele di√°logo com a mat√©ria indispens√°vel para qualquer produ√ß√£o de arte, no qual a presen√ßa da fisicidade como resist√™ncia oferece pontos de partida, obst√°culos e sugest√Ķes de a√ß√£o formativa. 

Investigando com uma an√°lise sutil a atividade dial√≥gica a partir da qual o artista, limitando-se diante do obst√°culo, encontra sua liberdade mais verdadeira ... averigua as possibilidades co material com o qual luta e cuja as leis reconstr√≥i aos poucos no quadro de uma organiza√ß√£o que as transforma em leis da obra.

Portanto, √© a mat√©ria como obst√°culo sobre o qual se exercita a atividade inventiva que converte as necessidades do obst√°culo em leis da obra. 

O conceito de matéria aquelas várias realidades que se chocam e interseccionam no mundo da produção artística: o complexo dos "meios expressivos", as técnicas transmissíveis, as preceptísticas codificadas, as várias "linguagens" tradicionais, os próprios instrumentos da arte.
Tudo isso √© subsumido sob a categoria geral de "mat√©ria", a realidade exterior sobre a qual o artista trabalha. Uma antiga tradi√ß√£o ret√≥rica pode ser assumida a mesmo t√≠tulo do m√°rmore sobre o qual se esculpe - como obst√°culo escolhido para ser transformado em sugest√£o de a√ß√£o. O pr√≥prio escopo o qual uma obra funcional √© destinada deve ser considerado "mat√©ria": um complexo de leis aut√īnomas que o artista deve saber interpretar e reduzir a leis art√≠sticas.

*Croce faz da atividade poética uma coisa que cria, a cada vez, o seu certo e o seu ritmo, a sua lei; Valéry afirma que a verdadeira poesia não vem à luz senão por meio da luta contra o obstáculo pela métrica pela linguagem tradicionais.

Ora, segundo a est√©tica da formatividade, o artista, ao formar, inventa efetivamente leis e ritmos totalmente novos, mas essa novidade n√£o surge do nada, e sim nasce exatamente como livre resolu√ß√£o de um complexo de sugest√Ķes que a tradi√ß√£o cultural e o mundo f√≠sico propuseram ao artista sob a forma inicial de resist√™ncia e passividade codificada.

A produ√ß√£o art√≠stica ser√° um tentar, um proceder a partir de propostas e esbo√ßos, de pacientes interroga√ß√Ķes da "mat√©ria". Mas essa aventura criativa tem um ponto de refer√™ncia e um termo de compara√ß√£o. O artista opera tentando, mas sua tentativa √© guiada pela obra tal como dever√° ser, a qual, sob a forma de apelo e exig√™ncia intr√≠nseca √† forma√ß√£o, orienta o procedimento produtivo: ... o tentar disp√Ķe, portanto, de um crit√©rio, indefin√≠vel, mas muito s√≥lido; o pressentimento do √™xito, a adivinha√ß√£o da forma.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

The Formativity

THE DEFINITION OF ART

1. HISTORICAL AND THEORETICAL STUDIES


1. Formativeness


All human life is, invention, production of forms; all human industriousness, whether in the moral field, are those of thought and art, engenders forms, organic and complete creations, endowed with comprehensiveness and have own autonomy: forms are produced by the human operation, both theoretical constructs as civil institutions; both everyday achievements and those undertaken by the technique as a painting or a poem.

As each training an act of invention, a discovery of the production rules as required by the thing to do, it is stated so intrinsic artfulness of every human operation.

A principle of autonomy able to differentiate the formation of the work of art of any other type of training; to define art as feeling of intuition.

A personalistic concept of the person unitotality that every time specifies its activity in a speculative way, practical, artistic, always remaining - uniformly - thought, morality, formativity:

Only one person's philosophy is able to solve the problem of unity and distinction of activities, as explained, based on the indivisibility and the person's initiative, each operation always requires and also with the specification of an activity and the concentration of all others: if the operation was the absolute spirit, there would be no distinction between the activities and all be reduced to one.

Therefore, as a speculative venture implies an ethical commitment, passion for research and a wise artisticity able to guide the search resolution process and the willingness of results morality as the commitment that makes the art is felt mission and duty and precisely prevents the formation follow another law that is not the work to be done; as well as intervenes feeling as emotional coloring that takes commitment and which develops; and intervenes intelligence as continuous judgment, watchful, aware, governing the organization of work, as critical control that is no stranger to cosmetic operation "at the time it develops reflection and judgment," warned Croce, "art dissipates and dies ... "and that is not the support of the creative action, resting phase and heterogeneous reflection to an alleged purely fantastic time, but it is the smart move toward the way, exercised thinking inside the formant operation and back for aesthetic achievement.

Given therefore that activities co-presence in person operating whole, what distinguishes art from other personal initiatives is the fact that with it all the person's activities are geared towards a purely formative intention:

In art, this formativeness, which invests all spiritual life and makes possible the performance of other specific operations, it is specified in turn, and accentuates a prevalence subordinating himself all other activities, assuming an autonomous trend .. . In art, one way ... only to form and thinks and acts to form and can form.

Concept of how the body is structured thing that leads back to the unit elements that can be feelings, thoughts, physical realities, coordinated by an act tending to the harmony of this coordination, but proceeds according to laws that the work of art itself posits and evidence 
in its doing-it.

Contents of all training specifically thereto; It is the artist's own person. The narration object: the person so that is declared by the formant work as style, way of forming; the work tells us, expresses the personality of its creator's own plot of your consist, the artist lives the work as concrete and very personal trait of action.

Through the work of art, filtered throughout the entire original personality and artist spirituality, denounced, rather than by subject and by theme, by own unrepeatable and very personal way he held to form it.

The content of the work is the person of the creator at the same time, it is so because it is the body as a style (which can be found again every interpretaste reading) mode, with which the person graduated from the work and also way in which and by which the work is. Thus, the very subject of a work is nothing but one of the elements in which the person has expressed making her own self in forms.

* So disputes over terms like content, matter and form are meaningless.

A Formatividade

A DEFINI√á√ÉO DA ARTE 

1. ESTUDOS HIST√ďRICOS E TE√ďRICOS

1. A Formatividade

Toda a vida humana √©, inven√ß√£o, produ√ß√£o de formas; toda a operosidade humana, seja no campo moral, seja naqueles do pensamento  e da arte, engendra formas, cria√ß√Ķes org√Ęnicas e completas, dotadas de compreensibilidade e autonomia pr√≥prias: s√£o formas produzidas pelo operar humano, tanto as constru√ß√Ķes te√≥ricas quanto as institui√ß√Ķes civis; tanto as realiza√ß√Ķes cotidianas e aquelas empreendidas pela t√©cnica quanto um quadro ou um poema. 

Sendo cada forma√ß√£o um ato de inven√ß√£o, uma descoberta das regras de produ√ß√£o segundo as exig√™ncias da coisa a ser feita, afirma-se assim a artisticidade intr√≠nseca de cada opera√ß√£o humana. 

Um principio de autonomia capaz de diferenciar a formação da obra de arte de qualquer outro tipo de formação; ao definir a arte como intuição do sentimento.

Um conceito personalístico de unitotalidade da pessoa, que a cada vez especifica a sua atividade numa direção especulativa, prática, artística, permanecendo sempre - unitariamente - pensamento, moralidade, normatividade:

Somente uma filosofia da pessoa √© capaz de resolver o problema da unidade e distin√ß√£o das atividades, pois explica, com base na indivisibilidade e na iniciativa da pessoa, que cada opera√ß√£o exige sempre e conjuntamente a especifica√ß√£o de uma atividade e a concentra√ß√£o de todas as outras: se o operar fosse do esp√≠rito absoluto, n√£o haveria distin√ß√£o entre as atividades e todas se reduziriam a uma.  

Portanto, assim como um empreendimento especulativo implica o empenho √©tico, a paix√£o pela pesquisa e uma s√°bia artisticidade capaz de guiar o processo de resolu√ß√£o da pesquisa e a disposi√ß√£o dos resultados a moralidade, como o empenho que faz com que a arte seja sentida como miss√£o e dever e impede justamente que a forma√ß√£o siga outra lei que n√£o seja a da obra a ser realizada; assim como interv√©m o sentimento como colora√ß√£o afetiva que o empenho assume e no qual desenvolve; e interv√©m a intelig√™ncia, como ju√≠zo cont√≠nuo, vigilante, consciente, que rege a organiza√ß√£o da obra, como controle cr√≠tico que n√£o √© estranho √† opera√ß√£o est√©tica "no momento em que se desenvolve a reflex√£o e o ju√≠zo", advertia Croce, "a arte se dissipa e morre..." e que n√£o √© o suporte da a√ß√£o criativa, fase de repouso e reflex√£o heterog√™nea para um pretenso momento puramente fant√°stico, mas √© o movimento inteligente em dire√ß√£o √† forma, pensamento exercitado no interior da opera√ß√£o formante e voltado para a realiza√ß√£o est√©tica. 

Dada, portanto essa copresen√ßa de atividades na pessoa que opera inteira, o que distingue a arte das outras iniciativas pessoais √© o fato de que com ela todas as atividades da pessoa s√£o voltadas para uma inten√ß√£o puramente formativa: 

Na arte, essa formatividade, que investe toda a vida espiritual e torna poss√≠vel o exerc√≠cio das outras opera√ß√Ķes espec√≠ficas, especifica-se, por sua vez, e se acentua numa preval√™ncia que subordina a si todas as outras atividades, assumindo uma tend√™ncia aut√īnoma ... Na arte, a pessoa ... forma unicamente por formar e pensa e age para formar e poder formar. 

Conceito de forma como organismo, coisa estruturada que reconduz à unidade elementos que podem ser sentimentos, pensamentos, realidades físicas, coordenados por um ato que tende à harmonia desta coordenação, mas procede segundo leis que a própria obra de arte postula e evidencia em seu fazer-se.

Conte√ļdo de toda a forma√ß√£o especificamente ta; √© a pr√≥pria pessoa do artista. O objeto de narra√ß√£o: a pessoa que forma √© declarada pela obra formante como estilo, modo de formar; a obra nos conta, exprime a personalidade de seu criador na pr√≥pria trama de seu consistir, o artista vive a obra como tra√ßo concreto e personal√≠ssimo de a√ß√£o. 

Por meio da obra de arte, filtra-se toda inteira a original personalidade e espiritualidade do artista, denunciada, mais do que pelo sujeito e pelo tema, pelo pr√≥prio modo irrepet√≠vel e personal√≠ssimo que ele sustentou ao forma-la. 

O conte√ļdo da obra √© a pr√≥pria pessoa do criador que, ao mesmo tempo, se faz forma, pois constitui o organismo como estilo (que pode ser reencontrado a cada leitura interpretaste), modo com o qual a pessoa formou-se na obra e tamb√©m modo com o qual e pelo qual a obra consiste. Assim sendo, o pr√≥prio sujeito de uma obra n√£o √© outra coisa sen√£o um dos elementos nos quais a pessoa expressou-se fazendo-se forma.


*Assim sendo as disputas sobre termos como conte√ļdo, mat√©ria e forma s√£o destitu√≠das de significado.






The Definition of Art - Umberto Eco

1. HISTORICAL AND THEORETICAL STUDIES

The aesthetics of formativeness and the concept of interpretation

Metaphysical questions: lighting of those phenomena of art which are the objet of analysis and some general indications about the character, the limits and the value of specific reading exercise they develop.

The evolution of style and taste: assimilated and overcome its terms.

A conception of art how to make concrete, empirical, manufacturing, in a context of thing art as organic governed by an entire structural legal concept that ignored and in a sense surpassed the distinctions between poetry and literature.

Aesthetics - phenomenology: careful consideration of all phenomena of evolution of taste and styles.

... The value of the element "intelligence" that creative context that has been defined as uniquely fantastic.

Aesthetics Task: within which all poetic are justified. They are a precious repertoire of observations, statements, experiences of art and thus provide an essential philosophical elaboration of material.

A definição da Arte - Umberto Eco

1. ESTUDOS HIST√ďRICOS E TE√ďRICOS

A estética da formatividade e o conceito de interpretação

Quest√Ķes Metaf√≠sicas: ilumina√ß√£o daqueles fen√īmenos da arte que constituem o objet de sua an√°lise e algumas indica√ß√Ķes gerais sobre o car√°ter, os limites e o valor do exerc√≠cio concreto da leitura que v√£o desenvolvendo.

A evolução de estilo e gosto: assimilado e superado seus termos.

Uma concep√ß√£o da arte como fazer, fazer concreto, emp√≠rico, fabril, num contexto da coisa de arte como organismo regido por uma inteira legalidade estrutural, conceito que ignorava e em certo sentido superava as distin√ß√Ķes entre poesia e literatura.

Estética - fenomelogia: consideraçao atenta de todos os fenomenos da evoluçao do gosto e dos estilos.

... a valorização do elemento "inteligencia" naquele contexto criativo que nos foi definido como exclusivamente fantástico.

Tarefa da est√©tica: em cujo √Ęmbito todas as po√©ticas encontram justifica√ß√£o. Constituem um precios√≠ssimo repert√≥rio de observa√ß√Ķes, indica√ß√Ķes, experi√™ncias vividas de arte e oferecem, portanto, um indispens√°vel material de elabora√ß√£o filos√≥fico.

sexta-feira, 11 de março de 2016

...

I wanted to write a poem but the words got lost in the way


Insensatez

I don't know.


sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

A Dualidade de Max, o Mecanico

The text of Photograph Final Project about Max

"The Duality of Max, the Mechanic"

The aim was to make the project of the UN both male and female. But behold, I came across Max in dirty street grease, and asked him to pose for me. He attends the same gym I in Lourdes where we both live. But Max dresses with skirts and tops, the women's clothing clothes for training. And that has always attracted me in a different way, by the extravagance, the eccentricity. . I also use male shorts and identified with the Max Despite being lesbian, felt strangely attracted; as the saying goes, "What scandalizes us defines us."

We made a series of photographs exploring this duality of Max, who is straight but like to buy heels and skirts from a young age. This duality always have male jobs as a mechanic and security, but whenever he can jump parades by the streets and exit.

And Max is my fitness crossdresser model, it has the developed muscles, while dressing up in women's accessories an incredible puzzle to me. It's a mystery, delicious from unraveling.

We were gaining confidence the work flows. We share ideas about how they can be the productions. We have partnered. And most interesting is that it can shock the general public for me is the conventional, let me explain to me, we're just really happy when we can be ourselves the way we want no more and no less. Congratulations, Max, to be yourself.

Like the Nude because when Madonna released the SEX BOOK, it was forbidden. It has always been so criticized for exposing her perfect body. It changed the whole concept of feminine, with a physical carved in the gym, dance and gymnastics. It's my muse since childhood. My example that we should live as we are and want to be. And today is much criticized, but this is the role of art, expose, show, to think outside the box. So this is my proposal ever leave the common place, show the body, which I appreciate.

I am a lesbian and celibate, and the way I conduct my desires and sexual fantasies is through photography. I make love to the people who feel attraction without having to physically touch them. Use sexual energy and chemistry to show what I see and understand how BEAUTY.

And for me there's nothing more beautiful than the naked body of modesty and artifice, just the body being himself. Naked and Roar






"A Dualidade de Max, o Mecanico"


O intuito era fazer o projeto sobre o NU tanto masculino quanto feminino. Mas eis que me deparei com o Max na rua sujo de graxa, e pedi que ele posasse para mim. Ele freq√ľenta a mesma academia que eu em Lourdes onde n√≥s dois moramos. Mas o Max se veste com saias e tops, roupas do vestu√°rio feminino para treinar. E isso sempre me atraiu de uma forma diferente, pela extravagancia, pela excentricidade. Eu tamb√©m uso shorts masculinos e me identifiquei com o Max. Apesar de ser l√©sbica, me senti estranhamente atra√≠da; como diz o ditado:" O que nos escandaliza nos define." 

Fizemos uma s√©rie de fotos explorando essa dualidade do Max, que √© hetero mas gosta de comprar saltos e saias desde pequeno. Essa dualidade de ter sempre empregos masculinos como mec√Ęnico e seguran√ßa, mas sempre que pode desfila pelas ruas da cidade de salto e saia. 

E o Max √© o meu modelo fitness crossdresser, ele possui a musculatura desenvolvida, apesar de se vestir com acess√≥rios femininos um incr√≠vel quebra-cabe√ßa para mim. √Č um mist√©rio, delicioso de desvendar. 

Fomos ganhando confian√ßa o trabalho flui. Compartilhamos id√©ias sobre como podem ser a produ√ß√Ķes. Fizemos uma parceria. E o mais interessante √© que o que  pode chocar o grande p√ļblico para mim √© o convencional, deixa eu explicar, para mim, s√≥ somos felizes de verdade quando podemos ser n√≥s mesmos do jeito que queremos sem mais nem menos. Parab√©ns, Max, por ser voc√™ mesmo.

Gosto da Nudez porque quando a Madonna lan√ßou o SEX BOOK, era proibido. Ela sempre foi tao criticada por expor seu corpo perfeito. Ela mudou toda a concep√ß√£o de feminino, com um f√≠sico esculpido em academia, dan√ßa e gin√°stica. √Č a minha musa desde pequena. Meu exemplo de que devemos viver como somos e queremos ser. E at√© hoje √© muito criticada, mas esse √© o papel da arte, desmascarar, mostrar, fazer pensar fora da caixinha. Ent√£o essa √© a minha proposta sempre, sair do lugar comum, mostrar o corpo, que eu aprecio. 

Sou lésbica e celibatária, e a minha forma de realizar meus desejos e fantasias sexuais é através da fotografia. Eu faço amor com as pessoas que sinto atração sem ter que tocá-las fisicamente. Utilizo a energia sexual e a química para mostrar o que vejo e entendo como BELEZA.

E para mim nao há nada mais belo que o corpo despido de pudores e artifícios, apenas o corpo sendo ele mesmo. Nu e Cru.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

New Blog Daphne Csenger

Amateur Poetry - Erotic Art

Different considerations at new blog:

www.theheavenlydelights.blogspot.com.br


sexta-feira, 28 de março de 2014

Rosacruz √Āurea

Lembra-te de que as trevas estão mescladas com a luz! Faze a distinção e sai do abismo! Agarra-te à minha palavra e sê um vivo raio da minha luz, uma nota límpida da minha sinfonia. Procura o coração do universo, o jardim da harmonia, o reino da luz, cujo chamado vem do meu coração.
Revista Pentagrama, ano 21, n¬ļ 1.



Remember that the darkness is merged with the light! Make the distinction and out of the abyss! Hold on to my word and be a living hell of my light, a clear note of my symphony. Seeking the heart of the universe, the garden of harmony, the kingdom of light, whose calling comes from my heart. 

Pentagram magazine, year 21, paragraph 1.

Rosacruz √Āurea

O ponto de partida de todos os ensinamentos da sabedoria universal, incluindo os da Escola Espiritual da Rosacruz √Āurea, √© que o ser humano pertence √†s duas naturezas: a natureza divina, o campo de vida divino; e a natureza material, terrena, o campo de vida dial√©tico. Pimandro disse que de todas as criaturas da natureza, s√≥ o homem √© dual. Dentro do sistema humano, h√° a semente da imortalidade, a centelha-do-esp√≠rito, e h√° a criatura humana mortal, a personalidade nascida da natureza.

N√≥s, como seres mortais nascidos da natureza, estamos completamente ligados a essa natureza terrena, transit√≥ria. Mas atrav√©s de nossa centelha-do-esp√≠rito, em nosso mais profundo ser interior, estamos conectados ao mundo eterno. Pois o ser humano √© mais do que s√≥ um corpo, mais do que carne e sangue. Cada um de n√≥s √© tamb√©m parte de um sistema mais amplo, um microcosmo ou pequeno mundo, que √© um reflexo do macrocosmo. A afirma√ß√£o que “Deus criou o homem √† sua imagem” encontra sua origem aqui.



The starting point of all the teachings of universal wisdom , including the Spiritual School of the Golden Rosicrucians , is that human beings belong to two natures : divine nature , the field of divine life, and the material nature, earth , the field dialectical life. Pimander said that all of nature's creatures , only man is dual. Within the human system, there is the seed of immortality , the spark - of - mind, and no mortal human being , personality born of nature .


We as mortal beings born of nature , we are completely connected to this earthly nature , transient . But through our spark - of - mind in our deepest inner being , we are connected to the eternal world . Because the human being is more than just a body , more than flesh and blood . Each of us is also part of a larger system , a microcosm or little world , which is a reflection of the macrocosm . The statement that "God created man in his own image " finds its origin here .

Rosacruz √Āurea

Durante toda minha vida, minha busca por Ti n√£o teve fim. E o que me fez buscar, em tal medida, era Tu mesmo, em mim.

Goethe



Throughout my life, my search for Ti has not ended. And what made ​​me seek, to that extent, was Thyself in me. 


Goethe

Lion Love

Buona Notte, mia leonessa.
Spero che a letto! Sto leggendo alcuni misteri gnostici per i sogni alchemici...


quinta-feira, 27 de março de 2014

Rosacruz √Āurea

"...Ninguém fala para si mesmo em voz alta...
J√° que todos somos um,
falemos desse outro modo.
Os pés e as mãos conhecem o desejo da alma
Fechemos pois a boca e conversemos através da alma
Só a alma conhece o destino de tudo, passo a passo..."

Rumi

" Vigia del Amazonas " © Juan Patricio Ch√°vez Revelli



"... No one talks to himself out loud ... 
Since we are all one, 
that speak otherwise. 
The feet and hands know the soul's desire 
Let's close for the mouth and us talk through the soul 
Only the soul knows the fate of all, step by step ... "

Rumi 


"Vigia del Amazonas" © Juan Patricio Chavez Revelli

Rosacruz √Āurea

A chave de todos os valores e poderes divinos, assim como a razão para a construção do verdadeiro templo, se acha oculta no amor; amor a Deus e ao próximo.
J. Van Rijckenborg em A Luz Do Mundo



The key values ​​and all divine powers, as well as the reason for building the true temple, finds hidden in love, love for God and neighbor. 

J. Van Rijckenborg in The Light Of The World

Rosacruz √Āurea

A alma natural é tão somente um estado provisório:
Por uma escola ela deve ser conduzida a seu “renascimento”, a uma transforma√ß√£o fundamental e, portanto, a uma “nova alma”. 
Uma espl√™ndida imagem disso √© a da lagarta que se torna cris√°lida para finalmente renascer como borboleta. √Č significativo que a palavra grega psyche designe de fato e ao mesmo tempo “alma” e “borboleta”.



The natural soul is but a temporary condition 
For a school it should be conducted at his "rebirth", a fundamental transformation and thus to a "new soul". 

A splendid image of this is the caterpillar becomes a chrysalis and finally reborn as a butterfly. It is significant that the Greek word psyche designe fact while "soul" and "butterfly".

Rosacruz √Āurea

Saber o que √© eterno √© ter uma grande alma. Tendo uma grande alma √©-se justo. Sendo-se justo √©-se rei, entrando no sacerd√≥cio real do Reino Original, entra-se na Escola Espiritual. Sendo-se rei √©-se o c√©u e o todo realiza-se. 

Jan Van Rijckenborg - Revista Pentagrama 14¬ļ ano n¬ļ 2



Knowing what is eternal is to have a great soul. Having a great soul is himself righteous. Being yourself is just a king, entering the royal priesthood of the Original Kingdom, you enter the Spiritual School. Being a king is up heaven and all is realized. 


Jan Van Rijckenborg - Pentagram Magazine 14th year No. 2

Rosacruz √Āurea

“Chegou a hora de transformar o seu cora√ß√£o
em um templo de fogo.
Sua essência é o ouro escondido na poeira.
E para revelar seu esplendor
voc√™ precisa queimar no fogo do amor.”

Rumi



"The time has come to turn your heart 
in a fire temple. 
Its essence is gold hidden in dust. 
E to reveal its splendor 
you need to burn in the fire of love. "


Rumi

Rosacruz √Āurea

O fogo arde em silêncio e sem ruído brilha o sol. "
Mah√Ębh√Ęrata




The fire burns quietly and without noise the sun shines. "
Mahabharata

Rosacruz √Āurea

O ser humano porta em si mesmo, em estado latente, um tesouro que n√£o √© deste mundo. Esse tesouro √© chamado pelos rosacruzes de a Rosa do cora√ß√£o, ou √°tomo-centelha do esp√≠rito. 
Ela √© o ponto de liga√ß√£o com a Fonte Original de onde tudo proveio. √Č por meio dela, esse N√ļcleo divino, que se encontra a possibilidade da reconstru√ß√£o do homem perfeito e da religa√ß√£o com a o Pai.

http://www.rosacruzaurea.org.br/cursos



The human door itself, latently, a treasure that is not of this world. This treasure is called by the Rosicrucians of the Rose of the heart or the spirit spark atom. 

It is the connection point with the Original Source from which everything came. It is through her ​​that divine core, which is the possibility of reconstruction of the perfect man and reconnection with the Father 

http://www.rosacruzaurea.org.br/cursos

Rosacruz √Āurea

Oh homem; reconhece enfim que possuis em ti um princ√≠pio divino superior √† aquele que desperta tuas paix√Ķes e faz de ti uma marionete.

Revista pentagrama 2014 n¬ļ 1



Oh man, finally acknowledges that you possess in you a divine principle superior to one that arouses your passions and make you a puppet. 


Pentagram Magazine 2014 No. 1